quinta-feira, 1 de novembro de 2018

"The Vinyl Freaks" plays Whitesnake 1978/1984 - Slide It In Full Álbum - Café Piu Piu 22/11/2018

Meu grande brother Marcelo Mancha me convidou para essa banda sensacional com um time de primeira (Fernando Giovannetti(baixo), Marcio Porto (teclados) e Ivan Scartezini(bateria)) que homenageará grandes álbuns e bandas. Nessa primeira temporada "The Vinyl Freaks" plays Whitesnake Slide It In álbum na íntegra e várias faixas sortidas do período de 78 a 84.
Algo que a vida inteira eu quis fazer já que passei os anos 80 inteiros tocando esses álbuns no meu quarto de moleque.
Então, espero vocês para esse dia memorável no Café Piu Piu.
Quinta feira - 22/11/2018
It's gonna be LOUD!





Sábado 03/11 - Participarei do show de 40 anos e despedida da Patrulha do Espaço

Estarei com antigos companheiros participando da despedida da Patrulha do Espaço e comemorando os 40 anos de atividades dessa banda clássica que me deu a oportunidade de gravar o primeiro álbum (orgulhosamente um LP pesadíssimo) da minha vida.
Coincidentemente na madrugada em que completo 51 anos (Engov Endorser).
Será uma festa muito louca? Um sonho eterno de Rock'n Roll?
Só quem for, saberá.
abs


E foi uma noite excelente.

domingo, 5 de agosto de 2018

Resenha bacanuda do Roadblog ao tributo ao David Bowie do chapa Marcelo Mancha o qual fiz uma participação na noite.

Resenha bacanuda do Roadblog ao tributo ao David Bowie do chapa Marcelo Mancha o qual fiz uma participação na noite.

Muito obrigado pela noite e pelas palavras elogiosas.



"...envolvendo as pessoas num belo momento, que em nada os preparava para o que viria a seguir.
Suffragette City veio com a participação do guitarrista convidado  Xando Zupo (Harpia, Patrulha do Espaço, Big Balls e Pedra), que subiu ao palco para nos proporcionar um dos  momentos mais Rock’n’Roll da noite, numa pegada forte e cheia de rebeldia, retratando a fase mais rocker de David Bowie. Com solos pra lá de selvagens, o guitarrista ditou as regras de uma rebeldia que contagiou a todos numa vibração poderosa da qual ninguém conseguiu ficar de fora. Claro, sem desmerecer tudo que havia sido tocado e ainda o que viria a seguir, mas aqui o fogo pegou geral e até quem estava sentado se levantou para agitar nessa música...."






Link: https://roadrockblog.com/2018/08/04/ashes-david-bowie-tribute-band-19-de-julho-de-2018-cafe-piu-piu/



segunda-feira, 11 de junho de 2018

Entrevista em três partes ao Vitrola Verde do Cesar Gavin

Estão no ar as três partes da entrevista ao Vitrola Verde.
É sempre muito legal e me sinto honrado em participar do programa ao lado de tantos ícones da Música Brasuca.
Cesar Gavin faz um trabalho apaixonado e apaixonante pela história da música e do rock brasileiro.
Enjoy.
abs

http://www.rockbrasileiro.net/

https://www.vitrolaverde.com.br






quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018

Homenagem, respeito e amor à Wagner Molina.


 Um minuto de silêncio, respeito e bons pensamentos pela partida de nosso grande amigo e mestre da iluminação, Wagner Molina.
Um dos maiores profissionais da Luz e uma das almas mais gentis do Rock Brasileiro. Um amigo que nunca mediu esforços para ajudar as bandas e esteve praticamente em todos os shows do Pedra e nos últimos que fiz ano passado.
Muito obrigado, Molina.
O Rock nitidamente ficará menos iluminado sem você, não por causa da luz dos botões apenas mas principalmente sem a luz do seu amor pela arte.
Esteja em paz iluminando a estrada que seguir nessa nova jornada.
Um tremendo abraço e beijo de todos nós do Rock Brasuca.
Nunca te esqueceremos.
Xando













sábado, 10 de fevereiro de 2018

No R7 falando sobre o impacto do primeiro álbum do Van Halen

No R7 falando sobre o impacto do primeiro álbum do Van Halen, na matéria do Daniel Vaughan sobre os 40 anos do lançamento, junto à outros guitarristas brazucas que admiro.
Longa, longa vida à Edivan....o Halen.


https://diversao.r7.com/pop/musica/guitarristas-brasileiros-festejam-40-anos-do-1-disco-do-van-halen-10022018


terça-feira, 2 de janeiro de 2018

Faixa a Faixa nº 9 - A Arma e a Flôr

Faixa a faixa são posts onde falo um pouco das músicas que fiz na estrada. As mais queridas, as mais difíceis, as mais inspiradas...enfim as minhas mais mais, para quem quer saber um pouco mais e passa por aqui. Vou escrevendo conforme bater vontade...
Ao lado direito do site, nos "Marcadores" Faixa a Faixa, aparecem todos os postados. Só clicar e ver.

A Arma e a Flôr - (Zupo/Tharso)
Do álbum Big Balls - 1996 - Big Balls (1996)




1992, o presidente Fernando Collor, na noite anterior, era expurgado pelo povo e pelas ruas vestidas e tingidas de preto. Lá fora o dia ainda era de revolta e eu e o parça Paulo de Tharso (D.E.P.), fazíamos uma longa sessão de cachaça e cicuta em seu apartamento que, se não me engano, naquele momento ficava na Av. Dória; difícil lembrar todos os endereços onde ele morou mas pela memória e o google maps essa era a rua naquele período. O assunto era esse, Collor.
Naquele tempo já existia o Big Balls, que perambulava pela noite tocando covers de Hard Rock e havia distribuído duas demos em fita K7 de músicas próprias desde 1988, mas Tharso não era da banda ainda e nós dois havíamos montado um projeto acústico alter ego chamado "Bagus Plenus", expressão que eu roubei do livro "Os Carbonários" de Alfredo Sirkis, onde tocávamos blues e tropicália, também começávamos a compor algum material próprio.
A Arma e a Flôr nasceu assim, doses de cachaça, cicuta com açúcar e já era de manhã quando começamos a gritar que "lá fora o dia é de revolta".


Tudo nasceu nessa virada de noite. O Riff, a sequência inteira e a letra. Ficamos discutindo pois eu escrevi a parte que diz "Eu sei da mão que manipula. Na bula do remédio, dôr" e ele queria cantar "A bula do remédio e dôr". Claro que ele como dono da voz, de grande parte da letra e de posse do microfone na hora de todas as gravações e shows venceu até a minha conhecida disposição por argumentar detalhes, porque o demônio vive nos detalhes e nós dois éramos bastante detalhistas, logo...
Não demorou mais que uma semana para que A Arma e a Flôr passeasse pela programação da Brasil 2000 fm 107,3 em uma gravação produzida pelo Osmar Santos Jr nos estúdios da rádio em uma mesa de 8 canais e um tape de rolo. Dia desses achei essa gravação em K7 e futuramente a digitalizarei e acoplarei à esse post. Naquele tempo a Brasil 2000 fm, a rádio da ponta, era literalmente a casa de todas as bandas independentes de Sampa e apoiava todo o movimento, tudo o que se movia, sem os "meandros" costumeiros de rádios mainstream. Infelizmente quando A Arma e a Flôr teve sua gravação oficial em álbum sofremos um grande boicote do Tatola, que, naquele ano, agora 1996, havia assumido a direção da rádio e boicotou completamente o Big Balls na programação. A 89 também não aceitou tocar Direto Pro Paredão, alegando que era "Hard Rock" demais e a rádio naquele momento apostava em uma banda nova, a qual na reunião eles mostraram aos nossos produtores, o "Baba Cósmica". Sendo assim, o Tatola, que havia saído da 89 para dirigir a Brasil 2000 nos boicotou pois queria transformar a Brasil 2000 na 89 e a 89 nos boicotou porque éramos Rock e Hard demais em som e verbo. Ficamos sem o apoio da Brasil, que era nossa casa e a qual todos da equipe haviam nos visitado no estúdio gravando e aguardando o lançamento, mas essa mudança de administração aconteceu exatamente durante os meses de finalização e lançamento do álbum.
Porém, que o Diabo (que é o tal pai do Rock), tenha a Brasil 2000 Fm em bom lugar, porque apesar desse período que durou uns 3 anos, ela sempre apoiou os independentes (e sou eternamente grato pelo apoio a tantos trabalhos em que me envolvi, como o Pedra já no séc XXI), e sempre foi a verdadeira rádio Rock de Sampa, junto à extinta 97 fm.
Enfim...pulei de 92 para 96 mas voltando à faixa, eu e Tharso a tocávamos pela noite em dupla acústica "Bagus Plenus" e até chegamos a crescer e virar por um breve período uma banda quando agregamos Norton Lagôa no baixo e Fernando Rapolli na bateria, passamos então a tocar em algumas casas e porões, onde rolasse, algumas datas no Morcegóvia, extinto Madame Satã, que nos abriu as portas. Isso deve ter durado um ano e meio e desse time maior também nasceu outra das músicas que foram parar no álbum do Big Balls, "Minha Cabeça".
Com o fim do Bagus Plenus, eu havia vendido o apto em que morava e comprado uma casa caindo aos pedaços no bairro do Ipiranga para montar meu primeiro estúdio e tentar começar a produzir Demos.














O Big Balls estava parado desde o fim de 1992 e eu havia entrado no Nexus 6, onde tocava cover pela noite mas a vontade de voltar a produzir demos com o Big Balls era grande, afinal a banda ainda que estacionada, era a minha casa e meu xodó, mesmo que durante todo esse período eu tivesse feito parte também do Harppia e da Patrulha do Espaço onde gravei o álbum "Primus Inter Pares".
Sendo assim, após construir o estúdio em começo de 1994, caminhei para remontar o Big Balls como banda apenas autoral. Durante os anos de 1994 e 1995 vários músicos passearam pela banda, Rogério Fernandes, José Luiz Rapolli, Renato Panda Gonçalves, Marco Ackua Calomino, Pedro Crispi e Alex Soares enquanto eu produzia demos atrás de demos.
**(esses três últimos estão em várias demo tapes e os dois últimos no álbum Big Balls e com eles e Paulo de Tharso foi o período mais produtivo de toda a história da banda).
Essas demos culminaram com o contrato com a East & West da WEA e Continental e com a convocação do Paulo de Tharso para os vocais do álbum e sua inestimável parceria e genialidade. Muito obrigado, meu amigo. Foi e é uma honra ter minha história para sempre atrelada à sua.




O resto da história do Big Balls está distribuída em posts pelo site.
A Arma e a Flôr foi regravada ou finalmente gravada em formato banda e com magnífica produção no Mosh Estúdios em São Paulo para o álbum do Big Balls.
Lá fora o dia sempre continua de revolta, cá dentro continuamos conhecendo o texto.
Ano passado após quase 20 anos voltei à tocar A Arma e a Flõr e a lancei ao vivo no show em que comemorei 35 anos de estrada no Sesc Belenzinho e no Live Sessions do Estúdio 500 juntamente à parceiros que generosamente emprestaram seus talentos para que essa história continue.
Muito obrigado, Fernando Janson, Ricardo Alpendre, Marcião Gonçalves e Ivan Scartezini.

A Arma e a Flôr - (Zupo/Tharso)
Hoje acordei com raiva de mim
Não gostei do que vi no espelho
Olhos saltados, olhos de rã.
Olhos de quem não tem a mente sã.
Lá fora o dia é de revolta, cá dentro já conheço o texto.
Eu vejo a cruz desesperada, a mão armada do rancor
A flôr por botas esmagada, a roda viva do terror.
Eu sei da mão que manipula a bula do remédio e dôr.
No espelho tudo se mistura, a cruz, a arma e a flôr.
Eu vejo a cruz incendiada, a mão armada do rancor.
A flôr por botas esmagada, a roda viva do terror.
Eu sei da mão que manipula a bula do remédio e dôr.
No espelho tudo se mistura, a cruz, a arma
Eu sei da mão que manipula a bula do remédio e dôr.
Cerzir a mágoa com agulha e transformá-la em cobertor.
Eu vejo a lua dos poetas ofuscada por neons
e morurôa engolindo, engolindo megatons.

Você pode se interessar também por - Live Sessions Estúdio 500 

Full Concerts 2017 


Você pode baixar todas as faixas de quase todos os álbuns que gravei em - https://soundcloud.com/xandozupo1















domingo, 30 de julho de 2017

Shows Completos Sesc Belenzinho, Live Session Estúdio Quinhentos, mensagem e agradecimento.

Hoje entra no ar o último vídeo da sequência de 29 videos semanais e os vídeos completos do show de comemoração no Sesc Belenzinho e o Live Session do Estúdio Quinhentos. que foram lançados pelos 35 anos de música desde que peguei uma guitarra pela primeira vez. Muita água rola debaixo da ponte na vida de qualquer um após 35 anos fazendo algo, especialmente algo que tanto se ama fazer. Agradeço do fundo do coração à absolutamente todas as pessoas com as quais fiz música ou qualquer coisa ligada a ela. Independente de amizades que se fazem ou se perdem na estrada seja por qualquer motivo, agradeço do fundo do coração pelo privilégio de ter feito parte da vida de cada um e de tê-los fazendo parte da minha para sempre. Foi sensacional revisitar parte do repertório que compus e gravei anteriormente junto a parceiros tão especiais e fazê-lo, nessa oportunidade, junto a amigos tão queridos e talentosos com os quais convivo quase diariamente nos últimos anos. Pessoas pelas quais tenho grande respeito e admiração. Fica aqui um agradecimento especial à Fernando Janson, Ricardo Alpendre, Marcião Gonçalves e Ivan Scartezini por terem participado de mais essa empreitada, bem como à todas as pessoas que nos ajudaram na produção no Estúdio Quinhentos, Ôrra Meu Studios e nas filmagens. Infelizmente não ocorreram mais shows como queríamos. A situação para a música autoral, estamos cansados de saber, continua cada vez mais difícil e com a crise e custos, blá blá blá, mimimi, etc.... Tanto a banda quanto os planos de gravar um novo álbum estão guardadinhos na gaveta. Não há no momento disposição ou inspiração para entrar numa empreitada deste tamanho agora. Em algum momento no futuro, volto à gravar, porque, como diz no site, estou sempre atrás do próximo álbum. Estarei visitando o ar, o espaço, o ócio e até as aulas de guitarra que terei após 35 anos, porque não sei nada ainda dessa encrenca toda e o tempo urge para se melhorar e visitar novos lugares em busca de um novo álbum, um novo som. Muito obrigado por todos que acompanharam os videos e deixaram suas mensagens, likes e toda essa coisa "mudérna". Vejo vcs por aí. bjs e abs